Pela manhã um senhor empolgado me mede com sua gentileza, fico mais fraco do que sou porque sei que a força assusta.
Pela noite, um adulto cafajeste me mede com sua gentileza, fico mais forte do que sou porque sei que a força assusta.
Como enchem a boca de palavras, sem que seu peso os ponham no chão? Sábio, há um monje procurado por todos os cantos: esteve sempre quieto e centrado em não desequilibrar-se nas próprias palavras.
Como se erguem todas as manhãs, e como sentam à mesa, sem que, contando os feitos de que enchem as bocas, não se desbalanceie os braços, as pernas e as mãos; sem que o peso da boca não curve as costas e não os faça levar todo resto, a vida, curvados.
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Sentado, seu sueter desalinhado, largo e amarrotado na altura da barriga, fala feliz em descobrir a firmeza do que acaba de dizer
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