O círculo é uma reta sem ambição

quinta-feira, 23 de julho de 2020

saudasdes do minhocccccccccoooooooooooooooooooon

virei um sujeito urbano. constatação obrigatória quando se percebe que  o ideal estético romantico de liberdade ta encarnado naquele absurdo urbano do minhocão. Correr com o eestomago até a lata de cerveja barata na noite aquilo inteiro, disfarçado daqueles doido de pedra que andam pra la e pra cá. Vendo passa os yokshire, goldenretriver, viralata tudo e os estranho de perdizes com seus ipod,ipad e tenis esportivo. Bem assim, afonso henriques de bar em bar, ou aquele Joaozinho da babilonia pra lá e pra cá cuidando de sentir coisas que não devia: sujeitos cariocas, mas gente da rua. Corre até a calça cai de tá sem cinto, e como de medo das luzes que parecem farol de carro . Fica pra la e pra ca. Pra vê se descubro a hora  estranha que perdizes vira santa cecilia e santa cecilia vira perdizes. Um é quando tem aquele prédio feio que parece que tiraram da orla de miami, outro é naquele lugar que diz que morreu varios nem gosto de pensar, mas que é castelo e não prédio. 
depois toma um suquinho de lichia na casa do deco, bem assim, urbano. meio patético mais segue avida

5 comentários:

  1. totÔ, lendo-te recordei que as cidadem mudam mas os campos são eternos. um abraço

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    1. Fetiche de gente poeta: campo e cidade são um só, mudam os dois.

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    2. pois é de poeta mesmo: roubei do Desassossego...

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    3. concebe no padre péricles, desova na roosevelt, cresce em santa cecília, morre no quarto andar.

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