E se agora te digo que crio para cada palavra um sentido que a ela não se dá e te peço que me diga o que pensa do que te falo; e que peço que entenda que não se preocupe com o que te digo e que, de agora em diante, um lapso por sí só pode pertubar a ordem de todo conjunto; algo como assim, te digo que para esta palavra que vem a seguir ela mesma pertuba a ordem de todo o resto, sendo esta a palavra: palavra; ainda, se te digo que a ordem com que se remete para o passado desta palavra não interessa, nem mesmo a ordem com que te digo, penso, dizer algo sobre o que digo; peço que me diga, agora, o que me diz sobre a palavra que digo e a palavra que diz?
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